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Já teve medo de ser julgada/o em terapia?

  • há 1 dia
  • 1 min de leitura

Antes de mais nada, quem vai para uma psicoterapia?

Na terapia encontramos espaço para que qualquer pessoa possa:


  • ouvir a si mesma;

  • reconhecer suas emoções;

  • organizar seus pensamentos;

  • ser acolhida;

  • esclarecer conflitos;

  • vislumbrar possibilidades de ser e agir, etc. 


Muita coisa intima, né?! 


E aí, especialmente antes de começar um processo terapêutico ou no início dele, pode ser que haja receio de julgamento. 


Outra coisa que acontece bastante também é esperar receber um diagnóstico logo de cara.  


Então, para diminuir a preocupação quanto a ser julgada/o pelo psicólogo, vou trazer aqui como é o atendimento do nosso ponto de vista.


Não estamos preocupados a tabelar sinais e sintomas. Sim, conhecemos tabelas, testes e manuais imensos de psicodiagnósticos, mas quando estamos com alguém sabemos que nenhuma pessoa pode ser resumida em esquemas gerais. 


Estamos profundamente implicados, de corpo inteiro, com presença e escuta muito atenta para saber cómo é para aquela pessoa vivenciar tudo o que nos vai revelando. 


Nossa implicação está em conhecer sobre quem está ali, suas histórias e seus sonhos. Queremos saber como tem lidado com as interpéries da vida e como é para aquela pessoa viver o que tem vivido.


Geralmente após os primeiros atendimentos, a forma de como a psicoterapia acontece vai ficando mais clara para quem está sendo atendido. Para nós é extremamente gratificante poder acompanhar alguém com a coragem de estar ali, querendo, entre tantas outras coisas, compreender-se melhor. 

  





 
 

Psicóloga  Bruna de Melo Scardelato - CRP: 06/192175

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